Alocação de ativos da Carteira Internacional

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Não sabe como criar uma carteira de investimentos no exterior? Veja como criamos a nossa

Lá se vão quase seis meses desde que a carteira do “Investidor Internacional” foi criada e chegou a hora de entendermos como ela foi montada e qual foi a alocação de ativos escolhida.

Primeiro é preciso ficar claro que essa é uma carteira basicamente para estudo e não uma indicação de investimento. Cada investidor tem a sua realidade, o seu patrimônio e o seu perfil para risco, que devem ser levados em conta no momento de montar um portfolio.

Alocação de ativosTambém é preciso levar em conta a limitação de tempo e de pessoal. O site não possui uma equipe como a da Bridgewater, com 1.500 funcionários usando ferramentas sofisticadas de análise para administrar quase U$ 170 bilhões em ativos. A carteira foi montada com o conhecimento que uma pessoa comum (não profissional do mercado financeiro) pode adquirir e muitas das informações usadas estão disponíveis gratuitamente na internet.

Ela possui uma alocação igualitária nos principais tipos de investimento disponíveis no exterior: ações, REITs, renda fixa e dinheiro/metais preciosos. É semelhante à alocação do Portfolio Permanente. Desta forma, a carteira não tentaria adivinhar qual dos tipos de investimento seria o melhor no futuro, já que todos possuem o mesmo peso.

Na medida do possível, tentou-se usar ETFs como forma de diversificar a carteira de maneira simples e eficiente e tornar o gerenciamento o mais passivo possível.

Carteira de Ações

Nossa carteira de ações foi elaborada de forma a diversificar geograficamente entre EUA, Europa e Ásia/Pacífico.

Como o mercado americano corresponde a metade do mercado mundial de bolsa, deixamos 50% em ações americanas. Os outros 50% dividimos metade em Europa e metade em Ásia/Pacífico.

Warren Buffett & Coca-ColaEm relação às ações americanas, optou-se por dividir 50% em ações para ganho de capital e 50% em ações de dividendos. Para ganho de capital, a ação escolhida foi a Berkshire Hathaway (NYSE:BRK.B), holding administrada pela dupla que dispensa apresentações Warren Buffett e Charlie Munger. Como mencionado anteriormente, por se tratar de uma holding, você investe em apenas uma ação, mas dentro dela existem participações em diversos negócios e empresas. São gestores competentes e com histórico de sucesso nos últimos 50 anos.

Em relação aos dividendos, foi escolhido um ETF negociado na bolsa de Zurique, o iShares MSCI USA Dividend (SIX:QDIV). Este ETF, criado em junho de 2014, segue o índice MSCI USA High Dividend Yield, que mede a performance de ações de companhias que compõem o índice MSCI USA (excluindo REITs) , que distribuem dividendos acima da média, tenham histórico de pagar esses dividendos de forma constante e que possuam capacidade para sustentá-los no futuro. Compõem o fundo cerca de 125 ações, dentre as quais se destacam Microsoft, Exxon Mobil, Johnson & Johnson e Procter & Gamble. O rebalanceamento da carteira é feito semestralmente, possui custo de 0,35% ao ano e distribuiu cerca de 2% de dividendos no último ano.

Para a alocação dos 25% correspondentes às ações européias, foi escolhido o ETF Vanguard FTSE Developed Europe (AMS:VEUR), que investe em ações de empresas de grande e médio porte em 16 países desenvolvidos europeus. O fundo é composto por mais de 500 ações, dentre as quais as principais posições são Nestle, Novartis, Royal Dutch Shell e Roche. Entre os países, o mais representado é o Reino Unido, seguido da França, Suíça e Alemanha. O fundo distribui dividendos trimestralmente e possui custo anual de 0,12%.

China Construction BankOs 25% correspondentes à região da Ásia/Pacífico foram divididos em 2 ETFs. Com 15% ficou o iShares MSCI Asia APEX 50 (HKEX:3010). O ETF inclui ações das 50 maiores empresas da Ásia, excetuando-se o Japão. As maiores posições são compostas por Samsung Electronics, Taiwan Semiconductor Manufacturing, Tencent Holdings, China Construction Bank e China Mobile. Possui custo de 0,59% e distribui dividendos uma vez ao ano. Para saber mais detalhes sobre o índice MSCI Asia APEX 50, clique aqui.

Com 10% ficou um ETF voltado para dividendos, o BMO Asia High Dividend (HKEX:3145). Este ETF possui em sua composição cerca de 134 ações de 10 países asiáticos, que tenham pagado pelo menos 3 anos seguidos de dividendos crescentes e que passem pelos critérios de sustentabilidade no pagamento de dividendos estabelecidos pelo índice NASDAQ Asia ex Japan Dividend Achievers. As maiores posições do fundo são Samsung Electronics, China Construction Bank, Hon Hai Precision Industry e Industrial and Commercial Bank of China.

Alguns países importantes acabaram ficando de fora dessa alocação, como Austrália, Japão e Canadá. Deveremos corrigir isso no rebalanceamento do portfolio para 2016.

Carteira de Renda Fixa

A carteira de renda fixa foi dividida de acordo com as moedas:

  • 50% em Dólar Americano
  • 20% em Euro
  • 15% em Franco Suiço
  • 15% em Libra Esterlina

Também neste caso, optamos pela escolha de ETFs para preencher as alocações.

PimcoCom relação aos ativos relacionados ao Dólar Americano, alocamos 20% no fundo PIMCO Total Return, que é um fundo de gestão ativa administrado pela PIMCO, maior administradora de ativos de renda fixa do mundo, com performance e histórico de longo prazo invejáveis. Mesmo com a saída dos dois principais gestores da empresa, Bill Gross e Mohamed El-Erian, acreditamos que a equipe de gestão atual deva continuar o bom desempenho do fundo. É obviamente um fundo com custo acima da média, 0,56%. É a opção escolhida para que deixemos parte da carteira nas mãos de profissionais que possam extrair o máximo de performance no ambiente de juros baixos que existe fora do Brasil.

Outros 20% da carteira foram colocados no fundo BMO Asia USD Investment Grade Bond, um fundo de gestão passiva que investe em ativos de dívida em dólar americano de empresas asiáticas detentoras do grau de investimento, ou seja, são empresas de baixo risco de inadimplência. Mesmo sendo negociado em dólar de Hong Kong, os ativos que estão dentro do fundo são em Dólar Americano. Pra quem não sabe, o dólar de Hong Kong possui um valor fixo (na verdade uma janela bem estreita em torno de HKD 7,80 para cada U$ 1,00) em relação ao dólar dos EUA. Não há banco central em Hong Kong. São os bancos comerciais que emitem a moeda e para isso precisam manter o equivalente em Dólar Americano em caixa. Os juros anuais médios da carteira estão em cerca de 4,2% atualmente, um valor mais alto que os títulos Investment Grade negociados nos EUA e Europa.

Emerging Market Bond ETFsOs 10% restantes em Dólar são compostos pelo fundo iShares J.P. Morgan $ Emerging Markets Bond. Também é uma forma de conseguir juros maiores do que aqueles dos títulos em Dólar do governo dos EUA ou de empresas americanas. Obviamente possui um risco maior, já que investe em títulos de países emergentes, incluindo Rússia, Argentina, Polônia, Peru, etc. O cupom médio de juros dos papéis está em torno de 6% ao ano.

20% da carteira está alocada em Euro, sendo representado pelo ETF iShares Core Euro Corporate Bond, que investe em títulos de dívida de empresas européias detentoras do grau de investimento. Os juros médios dos papéis da carteira estão em torno de 3,1% ao ano e o custo é de 0,2%.

Em relação ao Franco Suíço (15% da carteira de renda fixa), a escolha foi pelo fundo iShares Global High Yield Corporate Bond CHF Hedged. É um ETF que investe em títulos de empresas que não possuem o grau de investimento. São empresas com risco maior, mas que por isso pagam juros maiores. Na verdade, os papéis que compõem sua carteira não estão em Franco Suíço, mas sim em diversas outras moedas, principalmente o Dólar Americano. Entretanto, é feito um hedge (proteção) mensal que busca ganhos na variação do Franco Suíço em relação às outras moedas da carteira. Com esse ETF procuramos aliar duas coisas, juros maiores de empresas abaixo do grau de investimento e hedge na moeda que possui os melhores fundamentos, o Franco Suíço. Os juros atuais da carteira são em torno de 5,9% ao ano. Não optamos pelo fundo equivalente diretamente em Francos Suíços e lastreados em dívida de Libra Esterlinaempresas suíças detentoras do grau de investimento, pois os juros pagos nesses títulos estão em patamares extremamente baixos.

A posição de 15% em Libra Esterlina é representada pelo fundo iShares Core £ Corporate Bond. Da mesma forma que optamos por fundo de dívida corporativa em Euro, a escolha se deu por um fundo de dívida de empresas em Libra, que pagam juros maiores que os títulos de dívida soberana. O custo do fundo é de 0,2% e os juros médios dos papéis são de 5,4%. Essa taxa um pouco acima do convencional para o mercado de hoje se deve pela maior concentração em títulos de vencimento longo.

Carteira de REITs

Não optamos pelo uso de ETFs para nossa carteira de REITs. Não existe nenhum ETF de REIT na Ásia, local de maior crescimento da economia e com distribuição de renda maior que no Ocidente, o que nos levou a optar por uma alocação mais relevante nessa região. O único ETF relacionado a propriedades na Ásia mistura tanto REITs quanto empresas ligadas ao mercado imobiliário, como construtoras e administradoras.

Em relação aos Estados Unidos, os ETFs disponíveis em geral são muito concentrados nos Mega-REITs, aqueles com alto valor de mercado. Vemos atualmente maior perspectiva nos REITs de valor intermediário (Mid-Caps). Ao mesmo tempo, ao escolher os REITs um a um podemos escolher a diversificação por setor, entre escritórios, comerciais, logísticos, saúde e data centers.

Investir em imóveis

Investir em imóveis é possível através dos REITs

No geral, nossa alocação geográfica em REITs ficou assim:

  • 30% nos Estados Unidos
  • 20% em Hong Kong
  • 15% em Cingapura
  • 10% em Europa
  • 10% no Canadá
  • 10% no Reino Unido
  • 5% na Suíça

Num próximo post, entraremos em mais detalhes sobre cada um dos 16 REITs que compõem nossa alocação.

Carteira de Dinheiro/Metais Preciosos

Optamos por deixar 25% da carteira em dinheiro e metais preciosos.

O racional é bem simples. Ações no primeiro mundo batendo recorde após recorde. Títulos de renda fixa com patamares de juros no ponto mais baixo em toda a história. REITs susceptíveis a subida de juros e também apresentando rendas mais baixas que a média dos últimos anos.

Notas de DólarSão diversos os indicadores de que pode estar havendo uma possível bolha nesses ativos. Não se sabe quanto tempo vai durar e como será uma possível correção. Então é prudente usar esses 25% para proteger a carteira em caso de um evento mais agudo nos mercados.

Devemos lembrar que ao contrário do Brasil, a inflação nos países desenvolvidos é bem pequena e a perda do poder compra da moeda não é tão grande.

Colocamos 80% da alocação em dinheiro:

  • 20% em Dólar Americano
  • 15% em Euro
  • 15% em Libra Esterlina
  • 10% em Franco Suíço
  • 10% em Dólar de Cingapura
  • 10% em Dólar de Hong Kong

Os 20% restantes foram divididos igualmente entre ouro e prata. Usamos ETFs do banco suíço Zürcher Kantonalbank, ou ZKB. É um banco estatal do cantão de Zurique (Cantão na Suíça é equivalente a estado no Brasil), sendo atualmente o terceiro maior banco da Suíça, atrás apenas do Credit Suisse e UBS. Entretanto, ao contrário desses, por ser um banco cantonal, o ZKB é voltado para o mercado interno suíço, além de ser regido por regras extremamente rígidas e operar com as melhores práticas bancárias. Não é à toa que é um dos poucos bancos classificados como triplo A pelas principais agências de risco e considerado atualmente o segundo mais seguro do mundo, de acordo com o ranking da Global Finance.

Barra de Ouro 400ozOs ETFs ZKB Gold USD e ZKB Silver USD são negociados em Dólar Americano na Bolsa de Zurique. São lastreados por ouro e prata físicos que ficam armazenados nos cofres do banco. O pool de ouro é mantido em barras-padrão de 12,5kg (400 onças) e a prata em barras de 30kg (960 onças). Cada cota do ZKB Gold USD corresponde a 1 onça de ouro e cada cota do ZKB Silver corresponde a 10 onças de prata.

Os fundos possuem um total de 32 toneladas de ouro e 504 toneladas de prata respectivamente e ao investidor é permitido resgatar o metal quando desejar. Isso é fundamental para garantir que as cotas sejam mesmo lastreadas em metal físico. Há uma comissão de 1% do valor a ser pago e 0,2% de taxa de entrega, que é geralmente feita em 3 a 5 dias após o pedido.

Esses ETFs também são negociados em Franco Suíço, Euro e Libra Esterlina. Foram escolhidos os ETFs negociados em dólar, por essa ser a moeda na qual o preço dos metais preciosos são geralmente cotados. Caso se queira mais liquidez e valores menores por cota, deve-se preferir os ETFs negociados em Franco Suíço.

De forma geral, nossa alocação é bastante conservadora e bem diversificada. Escolhemos diversos ETFs e fizemos uma carteira com 16 REITs espalhados pelo mundo.

ETFDeve-se lembrar ainda que o mercado de ETFs é muito dinâmico. Sempre estão surgindo fundos com novas metodologias de seleção de ações e títulos. Estaremos de olho nesses lançamentos, bem como no desempenho dos fundos que já existem de forma a melhorar a seleção para a carteira de 2016.

Também escolhemos medir o desempenho em reais para refletir o ganho em moeda brasileira. Isso inclusive tornará possível comparar com o desempenho de outros fundos brasileiros que investem no exterior.

Pra finalizar, o objetivo da carteira é realmente mostrar em termos práticos as diversas oportunidades de investimento que existem fora do Brasil, bem como se pode alocá-las em uma carteira equilibrada e de alcance global. Obviamente, há diversas outras formas de se constituir uma carteira internacional e algumas delas publicadas por autores de renome serão discutidas no futuro. Fique atento aos próximos posts.

By | 2017-08-10T14:42:44+00:00 17 de junho de 2015|Carteira, Diversificação|35 Comments

35 Comments

  1. soulsurfer 20/06/2015 at 04:10 - Reply

    Olá, Investidor.
    Muito bom, gostei. Muito bem diversificado, e muito bem escolhido.
    Evidentemente, não é uma carteira para retornos excepcionais, mas sim uma forma de acúmulo lento e gradual de patrimônio de maneira mais segura.
    Abraço!

    • Investidor Internacional
      Investidor Internacional 20/06/2015 at 10:33 - Reply

      Olá,
      Sim, o foco é em segurança, sem perder também o ganho e renda que as ações e REITs proporcionam.
      E em caso de colapso dos mercados, há de onde tirar o dinheiro para aproveitar as oportunidades.
      Para isso, o rebalanceamento é fundamental.
      Não custa lembrar que uma carteira geral pode não preencher todas as necessidades do investidor. Um jovem começando patrimônio é diferente de alguém que precise complementar a renda da aposentadoria, por exemplo.
      Abçs!

  2. jrtostes 24/06/2015 at 12:21 - Reply

    Excelentes as observações sobre os fundos ETFs.Um fundo com rendimento de 2,0 a.a. em dólar,em empresas sólidas,pode ser utilizado para LP e como base da carteira(e espera-se novos ganhos do dólar frente ao combalido real).A partir daí constrói-se o restante do investimento,de acordo com a filosofia de cada investidor.Mto bom.

    • Investidor Internacional
      Investidor Internacional 24/06/2015 at 22:09 - Reply

      Olá,

      Sim, as possibilidades são infinitas. É só montar sua alocação e escolher os ETFs que a irão compor.

      Abçs!

  3. Christian 08/07/2015 at 10:30 - Reply

    Bom dia, II!
    Uma questão importante para construção dessa alocação de ativos é a tributação dos rendimentos.
    Essa grande dúvida inicial que tenho será respondida depois de estudar cada uma das opções que vc divulgou no post das contas bancárias.
    Minha intenção é manter os recursos lá fora, sem repatriação. Segundo a Receita Federal, se as remessas forem de até R$10.000,00, não há impostos a declarar.
    Quando o montante aplicado lá fora superar R$ 200.000,00, aí vc entra num outro patamar junto a Receita.

    Confesso que as questões tributárias são as que mais tenho dúvidas.

    • Investidor Internacional
      Investidor Internacional 09/07/2015 at 11:32 - Reply

      Olá,

      Em caso de manter os investimentos no exterior em sua conta pessoa física, há tributação nos ganhos de capital, com isenção de até 35 mil reais por mês, e os dividendos devem ser declarados no mês seguinte ao recebimento, levando em conta o que já foi pago fora.

      Em breve, haverá um post sobre a questão tributária.

      Abçs!

  4. marcos carvalho 26/07/2015 at 17:38 - Reply

    Bom dia!
    Sou novo no site e tenho uma pergunta básica: como comprar todos esses ativos (em qual corretora p,e) e como abrir conta nela?
    Desde ja agradeço a atenção

  5. Bruno 10/02/2016 at 11:16 - Reply

    Investidor estou com dificuldades de ver os códigos informados aqui, no home broker da Ameritrade.

  6. Alexandre Palmeira Goulart 02/05/2016 at 08:42 - Reply

    Parabéns pelo artigo e pelo trabalho que vocês apresentam através do site.
    Gostaria de saber sobre empresas que prestam serviços para fazermos uma offshore, abertura de conta no exterior

    Obrigado

  7. "marcos carvalho 02/05/2016 at 09:02 - Reply

    Esses jornalistas devem adorar impostos. Devem ter terminado de declarar o IR neste último mês e achado ótimo entregar 27,5% do salário para o governo em troca dos serviços públicos, “gratuitos” e de qualidade.”
    Realmente achei ótima a frase acima. Artigo que desnuda os vários canais de interesses que se travestem muitas vezes de pretensa luta contra a corrupção e os sistemas tributários nacionais. Moral da história: jamais devemos comprar o peixe sem primeiro tirá-lo da embalagem e conferi-lo mais a fundo. A propósito da frase acima, tem duas funções no serviço público que acredito me fariam sentir um verdadeiro otário se as exercesse: a de juiz do trabalho e a de auditor da receita federal.

    • Investidor Internacional
      Investidor Internacional 02/05/2016 at 22:11 - Reply

      Olá Marcos,

      Obrigado pelo comentário.

      Existe muita coisa por trás. Até por isso preferi aguardar um tempo para ler mais a respeito e poder publicar o texto com mais informações e pontos de vista.

      Abçs!

  8. Paulo 02/05/2016 at 10:08 - Reply

    Prezado II,

    Ótimo artigo! Muitas verdades, como sempre.

    Em outras notícias, hoje o Governo anunciou nova alteração no IOF:

    https://exame.abril.com.br/economia/noticias/governo-muda-cobranca-de-iof-sobre-algumas-operacoes-de-cambio-e-compromissadas

    Isso afetará remessas para o exterior?

    Abraços,
    Paulo

    • Investidor Internacional
      Investidor Internacional 02/05/2016 at 22:17 - Reply

      Olá Paulo,

      Pelo que entendi, é só pra compra de papel moeda.

      Não tem jeito. Uma conta no exterior se faz necessário para não ficarmos à mercê desses impostos abusivos que inventam ou aumentam a todo momento.

      Abçs!

      • fb 12/05/2016 at 14:56 - Reply

        Realmente não afeta a remessa para o exterior.

  9. Leo Santos 02/05/2016 at 10:35 - Reply

    Muito legal seu post, II.

    Mas desde que o mundo é mundo os ricos têm poder demais sobre o resto da sociedade. A palavra de um bilionário em muitos momentos tem mais poder do que a de qualquer presidente.

    De um lado ” esquerdista” temos Soros, Zuckerberg do facebook que apoia os gays e quer limitar o Trumpo.

    De outro lado, mais à direita, há bilionários como os irmãos Koch, que fizeram a direita crescer no mundo todo, e Sheldon A delson, bilionário que é dono do estado de Israel. salvador do Partido Republicano .

    Sempre foi assim, os ricos mandam e a sociedade segue. Eles possuem voz e influência para mudar nossas vidas.

    A melhor coisa a fazer é ganhar muito mais dinheiro e ficar rico como eles.

    Podemos também pensar em formas de escapar dos impostos dentro da lei e deixar o Leão para trás com cara de tacho.

    Abs,

    Ex Socialista.

    • Arthur 02/05/2016 at 18:04 - Reply

      Duvida Se trouxer dinheiro do exterior em operaçaõ de câmbio totalmente
      legal pagaria IOF 1,10% ?
      Obrigado

    • Gustavo Santana Silva 02/05/2016 at 18:04 - Reply

      “A melhor coisa a fazer é ganhar muito mais dinheiro e ficar rico como eles.”
      Também penso a mesma coisa Leo Santos!! Parabéns pelo raciocínio.

    • Investidor Internacional
      Investidor Internacional 02/05/2016 at 22:18 - Reply

      Olá Leo,

      Talvez não consigamos ficar tão ricos quanto eles, mas é possível apender algumas coisas.

      Abçs!

  10. Campos 02/05/2016 at 23:34 - Reply

    Excelente matéria. O que será que existe por trás da publicação desses papéis? A quem realmente interessa?
    Também não concordo com a mistura de nomes que depositam ou aplicam seu dinheiro totalmente legal e já tributado na origem em contas offshore, com nomes cuja origem dos recursos é duvidosa.
    A impressa é muito sensacionalista mesmo, primeiro divulga tudo, difama pessoas e depois não se retrata com os que nada deviam. Fica por isso mesmo.
    Uma pergunta, a tributação de 1,1% de IOF sobre operações de câmbio é somente para compra de papel moeda? Para transferências ao exterior a alíquota continua 0,38%?
    Campos, José Carlos.

    • Investidor Internacional
      Investidor Internacional 03/05/2016 at 09:04 - Reply

      Olá Campos,

      Obrigado pelo comentário.

      Exato, o aumento do IOF é apenas para compra do papel moeda.

      Abçs!

  11. Frugal 03/05/2016 at 13:49 - Reply

    Olá Investidor Internacional, sensacional este seu artigo, muito bem escrito e realista.

    Esse conluio de governos e megacorporações para minar a nossa liberdade é deprimente.
    Restam poucos paraísos fiscais no mundo para nós mortais (eles sempre terão os deles).
    Pelo artigo do Mídia sem Máscara esse Soros eh um grandissíssimo FDP, e pela idade dele está bem perto de morrer com toda a fortuna e a influência que tem, um cara bilionário que ganhou tudo graças aos mercados de capitais mundiais fazendo papelzinho ridículo de esquerdista hi end, fala sério.

    Grande abraço e parabéns por este artigo. Compartilhei ele nas minhas redes sociais.

  12. Bruno 04/05/2016 at 11:19 - Reply

    Da pra ver a diferença comportamental entre o Trump e os Clintons, se quiser entre direita e esquerda, Trump é favorável ao planejamento tributário, reduzir impostos e etc, temos entrevistas, e livros escritos afirmando tal, enquanto a dinastia Clinton, uma Dilma e um estuprador, sempre hipócritas, só os eleitores alienados deles, os petistas americanos, devem achar que são um casal classe média. Piada

  13. José 06/05/2016 at 11:27 - Reply

    Artigo excelente e bem fundamentado. Mais uma vez é evidente como a mídia é um veículo usado para difundir ideias planejadas e endereçadas a um determinado público.
    Como tudo na vida, deve-se analisar os fatos racionalmente e evitar reações emocionais. É a melhor forma de se enxergar a verdade com equilíbrio.

    • Investidor Internacional
      Investidor Internacional 06/05/2016 at 12:33 - Reply

      Olá José,

      Obrigado pelo comentário.

      A imprensa é toda pautada por quem a financia. Difícil encontrar veículos independentes.

      Abçs!

  14. Bruno Ribeiro 12/05/2016 at 14:38 - Reply

    Boa Tarde!
    Adorei sua matéria, nós traz entendimento sobre a nossa economia.
    Gostaria de saber onde posso investir uma quantia acima de 50.000,00 para eu ter uma rentabilidade melhor que a poupança.
    O que e melhor para mim?

  15. Tha 18/05/2016 at 16:45 - Reply

    Olá, II,

    Ótimo post!

    Gostaria de sugerir a montagem de uma carteira focada em crescimento patrimonial, diferente do foco dessa. O que acha?

    Abraços!

    • Investidor Internacional
      Investidor Internacional 18/05/2016 at 18:42 - Reply

      Olá Tha,

      As possibilidades de montagem de carteira são infinitas.

      Eu procurei uma carteira balanceada que fosse fácil de entender por uma gama grande de leitores.

      O ideal é uma que suporte diferentes cenários e que seja rentável no longo prazo sem muitas modificações.

      Abçs!

  16. Marcelo 03/11/2016 at 14:13 - Reply

    Pergunta (talvez) básica: Como fazer “Alocação em dinheiro” usando forex (uma conta Meta Trader 4)?

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