Como você pode lucrar com uma nova tendência no mercado de tecnologia

A realidade virtual (RV) é outra área que pretende mudar muito do que estamos acostumados a fazer. Se nas últimas décadas, a TV, os videogames e os smartphones evoluíram de maneira assombrosa, com a RV, um novo salto em termo de experiência de uso está pra acontecer.

E por que a adoção de uma nova tecnologia é tão lucrativa?

Simplesmente porque é algo que ninguém tem e que passará a ocupar uma grande parte das casas em todo o mundo. E a adoção dessas novas tecnologias tem sido cada vez mais rápida, conforme o gráfico abaixo:

Realidade Virtual

Então, as empresas que forem pioneiras na produção desses novos produtos terão lucros enormes em pouco tempo.

E investindo nas mesmas empresas de sempre, você jamais conseguirá estes ganhos extraordinários. Claro que não é simples encontrar a próxima empresa de 100 bilhões de dólares, mas se não for a sua praia garimpar micro e smallcaps de tecnologia, os ETFs estão aí pra isso.

Voltando a falar sobre a realidade virtual. Ela em si é uma tecnologia que cria um novo mundo inteiramente virtual, onde o usuário faz a imersão. Já a realidade aumentada usa objetos e estruturas reais e nelas cria elementos holográficos.

Algumas empresas de capital aberto como a taiwanesa HTC já tem um produto no mercado chamado Vive, conforme você pode ver abaixo:

 

A HTC é uma empresa que tem nos smartphones e tablets os principais produtos e suas ações são negociadas na Bolsa de Taiwan. O desempenho dela tem sido bastante ruim nos últimos anos, mas se a empresa emplacar no ramo da realidade virtual pode ser que ela reverta esse desempenho no futuro.

A Sony criou o Playstation VR e a Oculus VR, que foi adquirida pelo Facebook, criou o Oculus Rift. Todos são produtos similares compostos por um capacete-óculos que captura os seus movimentos e está conectado a outros acessórios também interativos como controles e armas.

Pra você ter uma ideia do grau de imersão de um jogo em Realidade Virtual, veja só a reação das pessoas ao jogar Atividade Paranormal em RV:

 

É realmente um grande salto de realismo em relação aos jogos eletrônicos caseiros tradicionais. Muito maior do que vimos no Nintendo Wii, Playstation Move! e Xbox Kinetic.

A Microsoft também chega com tudo neste mercado com o seu Hololens. Já imaginou visitar o Coliseu em Roma e poder assistir uma luta de gladiadores projetada naquele lugar incrível? Pois é, basta colocar seu Hololens e ser “transportado” no tempo e no espaço:

 

Mas a empresa sensação neste meio não está listada em Bolsa e nem sediada no Vale do Silício. A Startup mais quente do momento é a Magic Leap, com sede na Flórida e cujo valuation atual está entre 6 e 8 bilhões de dólares. Ela desenvolveu uma tecnologia que mistura o real com o virtual que só vendo para crer:

 

Existem ainda outras inúmeras aplicações, como ramo educacional, de treinamento, saúde e mesmo de entretenimento. Já pensou assistir ao filme Titanic de dentro do navio e sem o risco de se molhar? Ou ter a sensação de estar andando na Lua ou em Marte? Com a realidade virtual é possível.

Portanto, esses saltos de tecnologia que ocorrem quando se massifica algo que até então era experimental ou restrito permitem lucros extraordinários para empresas e investidores que estiverem bem posicionados. E esse posicionamento necessariamente precisa ser em alguma empresa no exterior.

Se você acha que tudo isso é uma grande ilusão e nada disso se tornará, veja a resposta do Elon Musk quando perguntaram pra ele se a humanidade vive hoje dentro de uma simulação computacional:

“O grande argumento para nós provavelmente estarmos vivendo numa simulação é o seguinte: 40 anos atrás tínhamos o Pong – dois retângulos e um ponto. Isto era onde estávamos. Agora, 40 anos depois, nós temos simulações 3D fotorrealísticas  com milhões de pessoas jogando simultaneamente e se torna melhor a cada dia. Em breve, nós teremos realidade virtual, nós teremos realidade aumentada. Se você assumir qualquer taxa de melhora, então os jogos se tornarão indistinguíveis da realidade, absolutamente indistinguíveis.”