Carteira Internacional para 2016

Novo modelo de carteira de investimentos no exterior para 2016

Atendendo a inúmeros pedidos, voltei a publicar o modelo de estudos para investimento no exterior, agora na versão 2016. Eu já havia preparado um rascunho na virada de 2015 pra 2016, mas que ainda não estava formatado para publicação e como estou preparando bastante material novo a ser colocado em breve, não houve tempo para finalizar a carteira.

Mesmo com este atraso, vamos começar a contabilizar o fundo a partir do dia 1º de janeiro de 2016 para que haja pelo menos 12 meses de acompanhamento. A carteira de investimentos, exceto por um ou outro ativo, é totalmente diferente da carteira anterior. Entretanto, o objetivo é o mesmo, ou seja, discutirmos estratégias de investimento e também para os leitores conhecerem uma gama variada de ativos internacionais.

Não custa lembrar que esta não é uma carteira de investimentos recomendada. Cada um deve fazer um estudo próprio e escolher um modelo que atenda às suas necessidades específicas.

A carteira também não leva em conta custos com corretagem ou de remessa para o exterior. A s taxas de câmbio usadas aqui refletem os dados do Banco Central do Brasil, sendo computadas no fechamento do último dia útil de cada mês.

É usada a cotação relativa aos ativos no fechamento do último pregão de 2015 e nos últimos pregões do trimestre nas próximas avaliações, conforme o funcionamento de cada Bolsa e de acordo com os valores do Google Finance. Portanto, as atualizações da carteira serão feitas trimestralmente e não mais mensalmente.

Investimentos 2016

Com exceção de Hong Kong, todos os países nos quais foram “comprados” os ativos permitem a compra unitária de ação ou ETF. Em Hong Kong, a compra é realizada em lotes, que podem variar de quantidade dependendo da ação. Todos os ativos da carteira atual negociados por lá estão disponíveis em lotes de 100, exceto iShares MSCI AC Asia ex Japan Index ETF que é lote de 200.

O valor total da carteira de investimentos em Reais é perto de R$ 400 mil, divididos em 30 ativos de 6 classes diferentes. É uma quantidade elevada, mas que permite uma alocação próxima do desejado para todos os ativos, ainda mais após a imensa desvalorização da moeda brasileira no último ano.

Ao contrário da carteira de 2015, optei por uma alocação do tipo tática. Alocação tática é aquela baseada na avaliação dos cenários econômicos e escolha dos ativos que performarão melhor dentro desse cenário. Com o intuito de aprendizado, não excluí nenhuma classe de ativo.

Abaixo vou explicar as alocações escolhidas por classe de ativos e nos próximos artigos falarei mais sobre cada um em específico.

Cenário para 2016

A alocação levou em conta o seguinte cenário econômico para 2016:

  • Mercado americano de ações próximo do topo
  • Boas possibilidades de crescimento para ações européias e japoneses em virtude das baixas taxas de juros e desvalorizações cambiais
  • Possibilidade de elevação das taxas de juros no mercado americano
  • Taxas de juros ainda reduzidas nos mercados europeu e japonês
  • Aumento do risco nos títulos de renda fixa sem grau de investimento (chamados High-Yield ou Junk-Bonds)
  • Possibilidade de estarmos perto do fundo para os metais preciosos
  • Dólar deve permanecer forte

Assim, optou-se por uma alocação da seguinte maneira:

  • Renda Fixa (Bonds) – 25%
  • Ações (Stocks) – 20%
  • REITs (Imobiliário) – 15%
  • Dinheiro (Cash) – 15%
  • Metais Preciosos (Precious Metals) – 15%
  • Alternativos (Alternatives) – 10%

O privilégio foi por ETFs em todas as classes, exceto obviamente na classe de Dinheiro.

Dentro do universo da Renda Fixa, privilegiou-se os títulos atrelados ao Dólar dos EUA e, na medida do possível, foram escolhidos títulos de prazo mais curto ou com hedge para reduzir o risco de elevação das taxas de juros.

Poupança e investimentosNa área de Ações, foram escolhidos ETFs com ações mais defensivas e alguns com estratégias chamadas Smart-Beta, que reduzem o risco, como as de baixa volatilidade, valor e momento. Além disso, há uma posição “vendida”. Todas elas serão discutidas mais à frente.

Na seleção de REITs, também foram escolhidos apenas ETFs e a exposição foi reduzida para 15%. A predileção foi por REITs americanos que perfazem 40% da carteira através de um ETF de gestão ativa. O restante da carteira foi dividido igualmente entre Reino Unido, Europa Continental e Ásia.

A parte de Dinheiro foi alocada em proporções iguais entre 5 moedas: Dólar dos EUA, Euro, Libra Esterlina, Franco Suíço e Dólar de Hong Kong. Evitou-se moedas atreladas a commodities como o Dólar Canadense e Dólar Australiano.

A alocação em Metais Preciosos foi elevada para 15%, metade em ouro e metade em prata. São os mesmos do ano passado, mas com as cotas negociadas em Franco Suíço.

Uma nova parcela de ETFs Alternativos com 10% de alocação foi colocada. São ETFs com componentes variados, sendo dois muito focados em renda e outro em infra-estrutura.

Clicando na imagem abaixo, você terá uma visão mais detalhada da carteira:

Carteira de Investimentos de 2016
Carteira de Investimentos de 2016. Clique para ampliar.

 

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Este post tem 47 comentários

  1. Avatar

    Excelente.

    Muito obrigado pelo post e pela atenção.

    Qual o foi o parâmetro para a alocação dessas porcentagens?

    Com o mercado volátil e os metais perto do fundo e sendo ativos defensivos, porque não alocar 20% em metais e 15% em ações já que existe um trend na direção short das ações para esse ano?

    Abraços

    1. Investidor Internacional

      Olá Mário,

      Eu parti da alocação igualitária de 25% do ano passado e coloquei mais ou menos peso de acordo com o cenário provável.

      É uma possibilidade. Como 10% das ações é posição vendida, a posição líquida em ações reduz em 20%.

      10% das ações é em ações de mineradoras de ouro e prata, o que já aumenta a exposição na variação do preço dos metais.

      Abçs!

  2. Avatar

    Olá.

    Parabéns mais uma vez.

    O que é o dólar de hong kong e por que dólar canadense é comoditizado?

    Cassio

    1. Investidor Internacional

      Olá Cássio,

      O dólar de Hong Kong é a moeda de Hong Kong. Ela é atrelada ao dólar americano em uma curta janela.

      Ter dólar de Hong Kong é praticamente o mesmo que dólar americano, com a liberdade dos chineses poderem desindexar ou mudar a faixa de troca, se houve algum problema com a moeda americana.

      Canadá, Austrália e Brasil dependem muito da exportação de commodities. Quando o preço delas cai, entra menos dinheiro nesses países, então a pressão de compra na moeda local diminui.

      Abçs!

  3. Avatar

    Parabéns.
    Gostei muito de todas as suas explicações, e também da sua distribuição nas aplicações.
    Tenho algumas dúvidas, mas vou me focar em uma em especial:
    – Uma vez que você prevê que, para o Cenário de 2016 o dólar continuará forte, por que você na sua alocação de Metais Preciosos optou por cotas em Franco Suíço em vez de cotas em US$ ?
    Sorte e até a próxima.

    1. Investidor Internacional

      Olá Ricardo,

      Não faz diferença. O que vale é o preço do metal. Independente da moeda. Se você converte o preço do ouro em Real ou Franco Suíço para Dólar verá que é a mesma coisa.

      A opção foi porque as cotas em Franco Suíço são representativas de menor quantidade de ouro e ficaria mais próximo encaixar na alocação desejada. A outra vantagem seria, não na teoria, mas no mundo real, é que essas cotas possuem maior liquidez.

      Abçs!

      1. Avatar

        Olá…
        Primeiramente, obrigado pelo seu retorno. Foi bastante esclarecedor.
        Não querendo aproveitar mas já aproveitando:
        – Lá atrás, segui suas orientações para abertura em uma conta no exterior (Suiça) e transferi legalmente recursos para uma Saving Account.
        Gostaria muito de aplicar em algum título de renda fixa, porque o rendimento de 0,75% a.a. é irrisório.
        Pergunto:
        – Alguma dica de Títulos de renda fixa com riscos moderados?
        – No site do banco, existe uma opção de aplicação que chamam de Securities Investimentes – O que é isso?
        – Minha posição está toda em US$. Acha que devo mudá-la para Euros ou CHF?
        Mais uma vez obrigado.
        RICARDO

        1. Investidor Internacional

          Olá Ricardo,

          As opções de investimento variam de banco para banco.

          O mais adequado é perguntar ao seu gerente quais os investimentos disponíveis.

          Security é qualquer tipo de ativo, como bonds, ações ou derivativos.

          Você pode fazer um mix de moedas com finalidade de diversificação.

          Eu só não ficaria com francos suíços parados na conta corrente, pois será cobrado taxa de juros negativa.

          Abçs!

      2. Avatar

        Olá II.
        Cara, quebrei um pouco a cabeça pra entender sobre a variação cambial na compra do ouro. Acredito que a moeda em que compramos faz diferença por causa da variação cambial na hora da venda. Supondo que eu tenha comprado ouro com dólares lá fora, teria feito o caminho R$ -> USD -> GLD, caso eu queira repatriar esse montante farei o inverso GLD -> USD -> R$ e nada garante que o cambio entre as trocas R$ x USD e USD x GLD tenham se movimentado de maneira proporcional nesse meio tempo. Acredito que o mesmo raciocínio se aplique entre USD x CHF x GLD…
        Se estiver cometendo um erro crasso, me avise… rsrsrs

        1. Investidor Internacional

          Olá Oldir,

          No investimento em ouro não faz muita diferença em qual moeda você investe.

          Ouro sempre custará igual independente da moeda. Se o Euro desvalorizar conta o Dólar e o preço do ouro em Dólar ficar estável, o preço do ouro calculado em Euro aumentará na mesma proporção da perda cambial.

          Abçs!

  4. Avatar

    II,
    Agora sim.. vamos acompanhar para ver o rendimento desse ano … bacana mesmo ..

    Uma perg, a quantidade de ETFs na carteira, é para aumentar a diversificação no cenário complicado que está lá fora?

    1. Investidor Internacional

      Olá Rodolfo,

      Em breve publicarei um texto bastante abrangente sobre ETFs.

      Já posso te adiantar que o ETF muda a sua visão sobre os investimentos. Ao invés de escolher qual empresa vai crescer, você escolhe setores ou países com as melhores possibilidades. Sua escolha muda do micro para o macro.

      Abçs!

  5. Avatar

    Prezado II, boa tarde.

    Muito interessante o post.

    Conheço bastante sobre ações, mas sou leigo em relação à ETFs.

    Gostaria de tirar algumas dúvidas se vc puder responder:

    1) Quando vc compra um ETF, vc está comprando um fundo que pertence a uma empresa. Ex: Vanguard.
    O que acontece, por exemplo, se eu tiver um determinado ETF e na hipótese da Vanguard quebrar? Eu perco todo este meu investimento?

    2) Quando eu tenho um ETF da Vanguard que investe, por exemplo, nas 20 maiores empresas dos EUA (sendo 5% em cada uma). Se 1 dessas empresas quebrar, o que acontece no meu ETF? Imagino que naturalmente a Vanguard iria substituir essa empresa por outra. Mas internamente, no desempenho do fundo, ele seria afetado com um resultado negativo de 5% por conta dessa empresa que ele investia antes ter virado pó? A Vanguard até pode por outra no lugar para continuar com 20 empresas no fundo, mas penso que essas que morrerem no meio do caminho naturalmente afetariam o desempenho.

    3) Vc conhece algum exemplo de empresa de ETF que tenha vindo a quebrar?

    4) Por conta de existir esse risco dessas empresas quebrarem, é correto assumir a premissa que quem investe em ETFs deve buscar diversificar tanto entre tipos de ETFs (empresas dos EUA, empresas da Asia, empresas da Europa) quanto também em administradoras de ETFs (Vanguard, BlackRock, Charles Schwab etc)?

    Obrigado.

    Grande abraço

    1. Investidor Internacional

      Olá Ricardo,

      1- A probalidade de um emissor de ETF quebrar é mínima, porque não estão sujeitos a risco de crédito. E outra, os ativos do ETF estão separados do patrimônio do emissor. Já os ETNs são compostos por títulos semelhantes a notas promissórias do emissor. Eles sim seriam afetados por esse problema.

      2- Se ampresa que compõe 5% do fundo falir de uma hora pra outra, o ETF perde esse valor do seu patrimônio.

      3- Particularmente não.

      4- Não vejo essa necessidade. A Blackrock inclusive é empresa de capital aberto e vocÊ pode acompanhar os resultados

      Abçs!

  6. Avatar

    II,

    Parabéns pelo site, venho acompanhando ja faz algumas semanas. Gostei principalmente dos posts de como abrir conta no exterior para fazer investimentos em moedas mais fortes. So resto do mundo considera investir no Brasil especulação, ora, pobre de nós que só temos opções de investir aqui dentro.

    Achei bem interessante a proposta da Swissquote, mas até agora o maior entrave que tive para planejar o investimento la fora foi descobrir como de fato enviar o dinheiro da minha conta do banco (no caso BB) para uma conta no exterior. A maioria das pessoas só envia pequenas quantias para fins de turismo ou algo afim então tem pouquissima informação na internet de como fazer isso. O que vejo são bancos e outras instituições financeiras cobrando taxas de spread altissimas (até 4,5 % do valor transferido !!!) ou outras limitações burocráticas que inviabilizam o envio frequente de aportes…

    Você teria alguma sugestão de qual seria o meio ideal de fazer essa transferência?

    Abraços

    1. Investidor Internacional

      Olá Anderson,

      Assine a lista de e-mail que em breve passarei detalhes sobre alguns serviços que serão facilitados para os leitores, incluindo as remessas.

      Abçs!

      1. Avatar

        Obrigado pela resposta, vou assinar sim!
        Abç

  7. Avatar

    oi
    boa noite,

    como faço para investir nesses mercados (etfs) estrangeiras?

    obrigado

  8. Avatar

    Caro II,

    Bem interessante seu portfolio para 2016. Qual a corretora que voce utiliza para seus investimentos?

    Grato!

    1. Investidor Internacional

      Olá Carlos,

      Com conta em qualquer das principais corretoras internacionais, como Saxo Bank ou Interactive Brokers você consegue montar a carteira.

      Abçs!

  9. Avatar

    Olá
    No caso de recebimento de herança em off-shore:
    1) Foi recebido em dólar, então como é feito o cálculo de quanto se paga de imposto para sair?
    2) Como é feito no Imposto de Renda, mantém-se o valor que o antecessor já declarava (o valor em reais no momento da aplicação) ou ajusta-se o valor incluindo os ganhos e convertendo para o dólar atual?

    1. Investidor Internacional

      Olá Alba,

      Na questão de herança no exterior entram muitas variáveis, como o país em que estava o valor, qual o parentesco com os herdeiros, etc.

      Como comentei aqui antes ainda é meio nebuloso a questão do ITBI em patrimônio fora do país. Por lei não é tributado, mas sabe como é, o governo gosta de abocanhar uma parte do patrimônio das pessoas e alguns desembargadores criaram uma interpretação diferente para o Estado arrecadar mais.

      Dê uma lida nos comentários do texto sobre tributação.

      Abçs!

  10. Avatar

    Bom dia II,
    Tenho estudado bastante seus posts e estou dando os primeiros passos na abertura da minha conta no exterior. Gostaria de fazer algumas perguntas, mas me desculpe se ja tiverem sido discutidas anteriormente.

    1) li os posts sobre os ETFs, mas porque nao comprar diretamente os fundos desejados?

    2) no caso dos fundos imobiliarios, o meu interesse eh na renda gerada. O pagamento desta renda muda se a conta bancaria for em pais diferente da origem do fundo? Ex.: abro mina conta nos eua e invisto no fundo de Hong Kong. O rendimento eh depositado em qual moeda? Havera algum tipo de spread ou desvalorizacao pelo cambio? O ETF resolveria este impasse?

    3) quanto ás contas, li todas as suas sugestoes e fui aconselhado por amigos que a conta devera ser nos eua devido ao fuso horario, principalmente. Qual seria a sua sugestao? Gostei muito da opcao do cim banque suiço que usa o interactive brokers como plataforma, mas nao fui muito bem atendido pelo chat online. O atendente nao sabia me informar sobre REITs……

    4) quanto ao cash…….. Vc guardaria esta porção em contas multimoeda ou “em baixo do colchão”?

    Obrigado e parabens pelo site!

    1. Investidor Internacional

      Olá Artur,

      1-ETFs são fundos negociados em Bolsa. Dê uma lida na página sobre eles.

      2-O pagamento dos REITs é igual independente de onde você tem a conta. O que muda é a tributação, que varia de acordo com o país do REIT e não com o local onde você tem conta. Quanto ao funcionamento das moedas, no caso do Saxo Bank, cada ativo é comprado na subconta da respectiva moeda, no caso o dólar de Hong Kong. No caso do ETF que possui REITs de diversos países, ele geralmente é cotado em Dólar dos EUA e distribui nessa moeda. A conversão é interna.

      3-Fuso horário não é motivo pra escolher país. Aqui tem uma lista de países adequados.

      Abçs!

  11. Avatar

    Muito bom Investidor Internacional você presta um grande serviço.

    Sei que o mundo considera especulação investir no Brasil, mas a rentabilidade real é muito alta aqui sobre títulos públicos e outras formas de renda fixa.
    Vi que no artigo de atualização da carteira 2015 vi que a carteira se valorizou 41,9% no ano,evolução espetacular, é isso mesmo ou estou errado?

    1. Investidor Internacional

      Olá Senhor do Milhão,

      A rentabilidade em termos de juros é alta, porque o país não é confiável. Simples assim. A chance de calote, megadesvalorização da moeda e hiperinflação é maior aqui do que no Canadá ou em Cingapura.

      Sim, a rentabilidade foi esta, mas muito em função também da desvalorização do Real.

      Abçs!

  12. Avatar

    Em relação ao fim do imposto sobre remessa ao exterior, tem como evitar ele ao se enviar dinheiro para a corretora?

  13. Avatar

    Parabéns pelo blog,

    Estou aprendendo bastante com o conteúdo publicado.

    O seu blog e o do “Viver de Dividendos” são os melhores blogs para o investidor que está começando a “desbravar” o mercado inicial.

    Qual a sua opinião sobre o uphold – https://uphold.com/ ?

    Ao meu ver, me parece uma boa alternativa para investir em metais preciosos (de acordo com o FAQ eles ficam armazenados em cofres em New York, London, Zurich, Singapura e Australia) assim como diversificação em multi-moedas e ainda esse serviço não trabalha com reserva fracionada.

    Fora que eu posso adicionar fundos com bitcoins.

    Um super abraço.

    1. Investidor Internacional

      Olá George,

      Obrigado pelas palavras.

      Não conhecia esse Uphold. Parece interessante, mas é mais uma forma de pagamento e transferência de fundos entre pessoas do que um local para investimentos.

      Abçs!

  14. Avatar

    Excelente carteira de estudos!
    Tenho uma dúvida sobre os REITS. É possível aplicar em REITS que não paguem rendimentos periódicos, mas so. Reinvistam no próprio REIT? Estou tentando montar uma abordagem EM não seja tributado nos EUA em 30% quando o rendimento é pago, mas somente quando vender o título.

      1. Avatar

        Muito obrigado pelo retorno.
        Não querendo extender muito este assunto, você sabe se existe ETF de REIT?
        Um abraço,

        Data160

  15. Avatar

    Olá II, poxa eu tinha feito uma pergunta aqui pra vc mas nao sei se foi nesse post.
    Estou pensando em abrir uma conta na interactive brokers. Vc opera por lá?
    Vc sabe dizer qual a melhor forma de custo x benefício para colocar o dinheiro na conta da interactive brokers?

    abraço

  16. Avatar

    II, boa tarde.

    A minha pergunta é sobre o investimento em moedas (cash).

    Eu compreendi que esta é a parte mais líquida da carteira e que também está pulverizada em moedas sólidas de diferentes países.

    Minha dúvida é sobre como está aplicado este dinheiro.

    Vc simplesmente deixa o dinheiro (dólar, euro, franco, etc) parado na conta corrente de um banco? Não investe em absolutamente nada?

    Não daria para pelo menos deixar o dinheiro em uma renda fixa que pagasse pouco mais tivesse liquidez imediata? Assim vc teria toda a liquidez da moeda e ainda teria algum rendimento mínimo que poderia pelo menos cobrir a inflação (mesmo que nestes outros países a inflação seja muito baixa, vc pelo menos não perderia deixando o dinheiro parado).

    abraços

    1. Investidor Internacional

      Olá Fernando,

      O problema dos ativos de renda fixa de curtíssimo prazo é que os juros estão em níveis tão irrisórios que não compensa os custos.

      É óbvio que não é recomendável ter alocação em cash no Brasil, onde a inflação é de 10% e se consegue juros de curto prazo acima de 1% líquido ao mês.

      A inflação nos países desenvolvidos é em torno de 1% e em alguns existe deflação já há alguns anos.

      A maioria dos ativos no mundo desenvolvido está sobrevalorizado em razão dos estímulos monetários. Não se sabe onde isso irá parar.

      Você não irá ganhar no cash propriamente dito, mas sim se houver um colapso do mercado. Você terá caixa para adquirir ativos a preços mais adequados.

      Leia o que diz Mohamed El Erian em 2015 e 2016.

      Abçs!

  17. Avatar

    II,

    Fiquei curioso para saber quais são os ativos destes ETFs que vc classificou como alternativos.

  18. Avatar

    Excelente site, de conteudo invejavel. Parabens!
    Se puder me auxiliar com uma dúvida: acredita que vale mais a pena abrir uma conta pessoa fisica num banco do exterior ou abrir uma conta como pessoa juridica e ter a conta em uma corretora na modalidade de pessoa juridica

    Abracos

  19. Avatar

    Olá, II, parabéns pelo Site.

    Com relação ao investimento em Cash, este seria em moeda adquirida em bancos/corretoras e mantidas paradas na conta?

    Como funciona esta questão de comprar várias moedas diferentes e manter na corretora?

    Obrigado em avanço.

    1. Investidor Internacional

      Olá Carneiro,

      Sim, a alocação em cash é dinheiro na conta.

      Você tem várias subcontas, uma pra cada moeda. Você pode converter de uma pra outra quando quiser.

      Abçs!

  20. Avatar

    Olá II,

    Queria saber se terá um artigo com a Carteira Internacional atual de 2018.

    Obrigado, Abs

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