Ranking de liberdade econômica de 2018

ranking liberdade econômica

Será que o Brasil continua despencando no ranking deste ano?

Já se tornou uma tradição aqui no Investidor Internacional falarmos sobre o ranking de liberdade econômica da Fundação Heritage, publicado anualmente.

A liberdade econômica está profundamente ligada com o desenvolvimento econômico e humano dos países. Países com alto grau de liberdade econômica em geral são países desenvolvidos, com maior padrão de vida da população, incluindo tanto aspectos de saúde, de educação e profissionais. Países com baixo grau de liberdade são países onde a miséria é disseminada, a população conta com baixo nível educacional e pior qualidade de vida.

Já comentei a respeito em dois artigos anteriores:

Liberdade econômica e prosperidade

Ranking de liberdade econômica de 2017

Sugiro que clique nos dois links acima para ler depois.



A liberdade econômica

Liberdade econômica nada mais é do que cada indivíduo ter o controle e o domínio sobre seu próprio trabalho e propriedade. Numa sociedade livre, os indivíduos são livres para viver, trabalhar, produzir, consumir e investir da forma que desejarem. Nos países livres, existe menor interferência do governo no que se refere às relações de trabalho, às movimentações de capital e ao comércio. Existe um esforço para que o estado atue como garantidor da liberdade e dos contratos e não como controlador de empresas, trabalhadores e negócios.

Existe uma relação direta entre a liberdade econômica e uma série de indicadores sociais e econômicos. Países livres costumam ter uma população mais saudável, ambientes mais limpos, maior riqueza per capita, maior desenvolvimento humano, menor grau de miséria. Maior grau de liberdade leva consequentemente a um maior grau de prosperidade.

Existem 4 categorias principais para se medir o grau de liberdade econômica de um país:

  1. Estado de direito (direito de propriedade, integridade do governo e eficiência jurídica)
  2. Tamanho do governo (gastos governamentais, carga tributária, saúde fiscal)
  3. Eficiência regulatória (liberdade de negócios, de trabalho e monetária)
  4. Abertura do mercado (liberdade de comércio, de investimento e financeira)

Quanto mais estes fatores são respeitados, melhor os agentes econômicos atuam e geram prosperidade.

O ranking de 2018

Pouca coisa mudou no topo do ranking de liberdade econômica este ano. Os países considerados livres (índice acima de 80) agora são seis:

  1. Hong Kong
  2. Cingapura
  3. Nova Zelândia
  4. Suíça
  5. Austrália
  6. Irlanda

Hong Kong continua voando. Inclusive a Bolsa de Hong Kong foi a segunda que mais subiu em 2017 dentre os países desenvolvidos conforme eu mostrei no ranking dos melhores investimentos de 2017. A cidade-estado é um centro financeiro e de negócios extremamente competitivo e uma das economias mais estáveis do mundo. O nível de eficiência regulatória, transparência governamental, proteção aos direitos de propriedade e abertura para negócios torna o país destino de empresas e empreendedores do mundo todo.

Cingapura permanece firme em segundo lugar. Com um ambiente de negócios livre e praticamente sem corrupção, associado a um governo transparente e extremamente sério na condução fiscal do país, sua economia floresce. O país é o que conta com o maior número de milionários proporcionalmente, 50% dos adultos detém um patrimônio acima de 100 mil dólares e apenas 18% da população possuem menos de 10 mil dólares. A cidade também é a quarta do mundo em número de CEOs milionários, atrás apenas dos Estados Unidos, Reino Unido e França.



A Irlanda retoma sua posição na elite dos países livres. A pontuação melhorou em relação ao ano passado em virtude da saúde fiscal e do controle de gastos do governo. A carga tributária e os índices de liberdade no trabalho também melhoraram. Uma tentativa da Comissão Europeia para elevar os impostos foi rejeitada pelos irlandeses em setembro de 2017.

Logo abaixo, entre os países predominantemente livres, temos dois que já mencionei aqui. Em sétimo lugar temos a Estônia. Os últimos governos foram muito eficientes na guinada pró-mercado, na facilitação de negócios e no sistema tributário simplificado, o que impulsionou a economia e a abertura de empresas. O país é pioneiro na economia digital e criou o sistema de e-residency. No artigo sobre a Estônia, mostrei como o e-residency funciona e como você pode abrir uma empresa lá.

Em décimo lugar temos os Emirados Árabes Unidos. Também mostrei aqui como abrir uma empresa nos Emirados, inclusive indicando um serviço de consultoria que atende em português. É o lugar perfeito para trading e para trabalhar com comércio, bem como outras atividades.

E o Brasil?

A posição do Brasil seria inacreditável se não morássemos aqui. Entre os 180 países avaliados, estamos na vergonhosa 153º posição, com 51,4 pontos. Para você ter uma ideia, abaixo de 50 pontos, os países são considerados como repressores. As três últimas posições obviamente são compostas por Cuba, Venezuela e Coreia do Norte, países comunistas.

O Brasil perdeu 1,5 pontos em relação ao ano passado. Na imagem abaixo vemos como o Brasil vem perdendo pontos ano após ano:

brasil ranking liberdade econômica

Segundo a Fundação Heritage, a perda de pontos se deu pela piora da saúde fiscal e declínio na liberdade de trabalho, liberdade de negócios, gastos governamentais e integridade do governo. O Brasil está abaixo da média tanto nas Américas, quanto no mundo. Importante salientar que essa pontuação ainda não leva em conta a reforma trabalhista que entrou em vigor no fim de 2017. É provável que o país recupere pontos neste quesito no ranking de 2019.

A fundação reconhece os esforços do presidente Temer em propor reformas que reduzam o gasto do estado, bem como as barreiras para investimento externo. Ainda é muito pouco perto do que deveria efetivamente ser implementado, mas todos sabemos que existe um elite de privilegiados que “mamam” no estado e indiretamente no povo e que essa elite dificilmente abrirá mão de suas mordomias.

Um fator de alerta para o Brasil e que pode jogar o país no precipício a qualquer momento se o estado não for reduzido brutalmente é o aumento da dívida pública em proporção do PIB. Ela aumentou 50% nos últimos 5 anos:

Divida PIB Brasil

A privatização de todas as estatais geraria um caixa entre 400 e 500 bilhões de reais, o que aliviaria imensamente as contas públicas, sem contar o que reduziria de corrupção e ineficiência no fornecimento de serviços. É óbvio que deveria ser feito, mas só se cogita fazer o que é certo neste país quando a situação se torna crítica. Existem interesses escusos por trás de todas essas estatais, incluindo nomeações para cargos e contratos de serviços e por isso é tão difícil privatizá-las.

De todos os fatores avaliados, outro que chama a atenção de maneira negativa é o fator Integridade do Governo. Veja abaixo com seus próprios olhos:

integridade do governo

Nunca estivemos com uma pontuação acima de 50. Atualmente estamos com 31,4. Se todos os casos de corrupção tivessem sido descobertos antes, acredito que a pontuação dos últimos anos seria ainda pior.

O mundo está cheio de governos imprestáveis, mas o do Brasil consegue feder mais.

Conclusão

Liberdade econômica está muito relacionada a como o estado preserva o ambiente de negócios de um país, deixando a livre iniciativa produzir e comercializar. Cabe ao estado tornar as regulamentações mais brandas e manter um arcabouço legal que defenda os direitos de propriedade, garanta o cumprimento dos contratos e permita a livre circulação de bens, pessoas e serviços.

No Brasil, é tudo feito ao contrário dos países mais livres. O estado engessa a economia com burocracia e tributação sufocantes. Cria um protecionismo descarado com os empresários amigos, sem contar as facilidades que só o BNDES é capaz de proporcionar para aumentar ainda mais a concentração de riqueza em nosso país.

A dívida pública deve ser controlada com urgência e as reformas precisam ser feitas o mais rápido possível. O enxugamento do estado com a privatização das estatais e do sistema de transportes, além do fechamento de diversos órgãos públicos é o mínimo que se deve fazer para estancar a sangria. Ao mesmo tempo, a abertura do mercado, a desregulamentação e a desburocratização do trabalho são fundamentais para reduzir o desemprego e aumentar a produção.

Não podemos nos esquecer de que o orçamento do governo federal para 2018 prevê um déficit de 157 bilhões de reais. Assim, se nenhuma medida drástica for tomada, o descontrole fiscal continuará desvalorizando nossa moeda.

Aliás, quer ver como o seu dinheiro está virando pó há muito tempo e você nem se deu conta?

Em fevereiro de 2008, 1 Real valia 0,62 francos suíços. Em fevereiro de 2018 vale 0,29.

Em fevereiro de 2008, 1 Real valia 2,89 coroas dinamarquesas. Em fevereiro de 2018 vale 1,88.

Em fevereiro de 2008, 1 Real valia 60,80 ienes. Em fevereiro de 2018 vale 34,47.

Voltando um pouco mais no tempo. Em 1994, 1 Real chegou a valer em torno de 115 ienes. Já em 1997, chegou a valer 1,37 francos suíços e 6,45 coroas dinamarquesas. No longo prazo, os fundamentos de um país prevalecem e suas moedas retêm melhor o valor. E quem tem melhores fundamentos: a Suíça, a Dinamarca, o Japão ou o Brasil?

Desta forma, é óbvio entender a importância de abrir uma conta no exterior  e proteger seu patrimônio em moeda forte. Assim, você o mantém longe e imune à escória que governa nosso país há décadas.




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Este post tem 26 comentários

  1. Preciso e esclarecedor, como sempre.
    Notei uma crítica mais contundente à elite política e econômica (parte dela) do nosso país. Também, olhando para estes gráficos e estudos, é difícil pensar de outra forma.

    1. Investidor Internacional

      Olá Leandro,

      Claro, é a elite política e econômica que reduz a nossa liberdade.

      Chama-se Crony capitalism ou capitalismo de compadrio. Os políticos criam leis e regras que favorecem e protegem determinados grupos econômicos em prejuízo dos demais.

      Quem consegue financiamento subsidiado pelo BNDES e vence as licitações públicas são os industriais que financiam os partidos políticos e pagam propinas.

      Quem consegue dinheiro da Lei Rouanet são os grandes artistas adeptos da “causa”.

      Quem paga esse monte de impostos e passa por centenas de regulamentações e fiscalizações somos nós.

      Veja se encontra nomes conhecidos na lista de devedores da previdência e dos investigados na operação zelotes.

      Abçs!

  2. O artigo é perfeito, inclusive acho mesmo que o Brasil é um país repressor. Todos que querem trabalhar e produzir tem dificuldade imensa e são patrulhados por todas as autoridades constituídas, que aliás fazem de tudo para criminalizar com leis trabalhistas, ambientais e tributárias. É muito fácil processar e intimar pessoas honestas, com endereço fixo. Difícil mesmo é combater bandidões nos morros, favelas, e no congresso nacional!
    Temos de mudar os políticos, pois são eles que queiramos ou não, influenciam imensamente a nossa vida.
    Parabéns pelo artigo, sempre esclarecedor e com dados irrefutáveis, que tenta mudar a mentalidade de quem os lê.

  3. Olá Raphael,

    Ótima matéria ! Listas sempre trazem alguma dose de polêmica, mas penso que são um bom ponto de partida !

    Dei uma navegada no mapa interativo da Heritage, particularmente interessado no quesito “Integridade Governamental” dos 6 primeiros colocados. Sem surpresa, vi que todos tem notas muito altas. Como acredito que os governos na verdade são um reflexo da sociedade, fico imaginando que sociedades menos tolerantes à corrupção tendem a ter governos mais íntegros, o que por sua vez favorece o ambiente de negócios…

    Nesse sentido, penso que os EUA, também bem classificados no ranking geral, vem enfrentando um processo cada vez evidente de Capitalismo de Compadrio, com graves reflexos na situação econômica. Não é por acaso que o país vem produzindo cada vez mais milionários, mas com a classe média cada vez mais empobrecida… Estariam copiando o Brasil ?!!

    Um abraço.

    1. Investidor Internacional

      Olá Juliano,

      Obrigado por comentar.

      Os EUA são reflexo da sociedade do século XVIII. 🙂

      Os fundadores do país fizeram uma constituição em 1789 (com algumas emendas posteriores, sendo as 10 primeiras o Bill of Rights) que vale até hoje.

      Hoje está mais do que claro que estado americano está podre de corrupção (talvez nem tanto quanto aqui) e o setor universitário-cultural dominado pelos ensinamentos diabólicos da Escola de Frankfurt.

      Entretanto, isso não está sendo capaz de frear a inovação e o empreendedorismo americano, mas nos estados e cidades onde os democratas governaram por muito tempo a crise econômica é severa. O fato de lá ser uma verdadeira federação torna a discrepância entre os estados responsáveis e os irresponsáveis maior.

      Nessa confusão toda atual, temos que tirar o chapéu para o Trump, que está enfrentando o Deep State melhor do que qualquer um esperava.

      Abçs!

  4. Esse ano a Gazeta do Povo está republicando os textos da Heritage em português. Quem sabe isso ajuda a disseminar por aqui essas ideias?

    Achei curioso a queda de todos os países bálticos. Já que vc escreveu já sobre eles, II, faz ideia do porquê?

    Abraço,

    1. Investidor Internacional

      Olá André,

      Se você clicar em cada país verá o que mudou em relação ao ano passado.

      Melhor do que comparar com o ano passado, acho interessante ver a evolução nos últimos 10 anos, que mostra uma tendência ascendente para os países bálticos.

      Abçs!

      1. Sim, eu entendo as subclassificações. Mas eles não explicam o porquê, a partir de ações na prática, entende? Imaginei que vc pudesse saber alguma coisa.

        Mas a tendência principal é a mais importante mesmo. Espero que eles não a alterem rsrs. O que foi positivo é que o mundo, em geral, está mais livre.

        Abraço!

  5. Uma vez um amigo me disse: Quer saber o quão aberto economicamente é um país? Vai na praça de alimentação de um shopping da capital e conta quantas franquias são gringas.

    Aqui no Brasil a gente tem, com sorte, McDonalds, Burger King, Subway e Pizza hut. O resto, tudo brasileiro kkk..

    Abs

    1. Investidor Internacional

      Olá Enriquecendo,

      Não sei se esta é a melhor comparação. Acredito que nesta parte de alimentação os restaurantes e redes locais acabam tendo uma participação importante independente do país.

      Acho melhor perguntar: “Moradores de quais países são revistados quando chegam em seus países para que não entrem com produtos comuns comprados em outros países a preços mais honestos?”

      Abçs!

  6. Não acredito na recuperação desse país, todos os setores estão corrompidos. A melhor saída é um aeroporto internacional kkkkkk Seria cômico se não fosse trágico, dura realidade.

  7. Investidor Internacional,

    Infelizmente o Brasil sempre ocupa as piores posições… Como eu disse em um post recente:
    “E para variar, como o Brasil só se sai bem em rankings negativos, o país é o segundo maior produtos de fogos de artifício do mundo. Mas no Pisa – Programa Internacional de Avaliação de Alunos – ocupa os últimos lugares.”

    A desvalorização do real está a cada dia mais clara, principalmente quando chega o dia das compras no supermercado.
    Gostei do site XE, muito bom! Estou pensando em fazer um post sobre o assunto e esse site vai me ajudar bastante.

    Uma pergunta: para começar a investir no exterior, para quem possui pouco capital, você acha que o IVVB11 é uma boa ideia? Ou melhor esperar mais capital para iniciar tais investimentos?

    Abraços,

    1. Investidor Internacional

      Olá Rosana,

      O IVVB11 investe no S&P 500. Como diversificação sim. Só não sei se o momento é esse.

      O mercado externo está bem estressado estes dias. Pode vir uma correção forte este ano.

      Devo fazer um post a respeito.

      Abçs!

  8. Devemos por politicos de direita e liberais no poder, para que se abra o mercado e para que sejamos um país grande como deveria ser a muito tempo! Ave Bolsonaro presidente para o começo da mundança!

    1. Investidor Internacional

      Olá Bruno,

      Dentre as possibilidades atuais, essa seria a mais possível.

      Eu já acho que o ideal mesmo é a ruptura desse modelo, com uma nova constituição baseada na americana e o restabelecimento da monarquia.

      Abçs!

  9. vejo muito bolsonaro pregando o liberalismo meu voto e dele

  10. Se ganhar pra presidente os doidos do Ciro Gomes, Boulos, Marina ou a Manuela… vamos ate descer mais ainda no ranking.

  11. Parabéns ao Investidor Internacional ótimo texto , esclarecendo bem minhas duvidas!

  12. João Amoedo bate forte nessa tecla. Um Candidato a presidência da República que sabe o que fala e tem bagagem e formação para assumir o cargo e mudar o Brasil.
    Conheçam essa opção! Pesquisem a respeito vale a pena.

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